Sobre a dificuldade de se mostrar o processo de subjetividade em um filme documentário em que não atua o diretor

Nesta conversa de quase uma hora com meu compadre, sociólogo e crítico de cinema Andrés Ibarra, tento explicar, entre outras coisas, o motivo de eu não ter me colocado como um dos depoentes no longa Hierarquia – conversas depois do fim de um mundo.

Ele, que me conhece bem, levantou a lebre de como o tema da subjetividade, que costura minhas buscas recentes, é de difícil encaixe num documentário. Fiquei devendo a ele uma postura menos impessoal no próximo filme, embora tenha tentado explicar que a edição das muitas horas de falas e a tentativa de construção de um discurso coeso a partir de fragmentos seriam minha pegada no filme.

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